Roteiro dos Principais Pontos Turisticos

O My Friend in Floripa fez dois grandes amigos de Santo André- SP, Leandro e Rene. Fomos juntos conhecer os principais pontos turísticos de Florianópolis em 6 horas de passeio pela cidade!

Nossos amigos na Ponte Hercílio Luz - Leandro e Rene

Nossos amigos na Ponte Hercílio Luz – Leandro e Rene

 

Passamos pelo Leste da ilha, conhecendo a Barra da Lagoa, Praia Mole, Joaquina e Lagoa da Conceição. Nos direcionamos ao Centro, onde pudemos conhecer o Trapiche da Beira Mar Norte, a Catedral Metropolitana de Florianópolis, Praça XV de Novembro (Praça da Figueira), Mercado Municipal e Igreja do Rosário. Na sequência, seguimos viagem até o Norte da Ilha, onde passamos pelas mansões de Jurerê Internacional até chegarmos a Praia do Forte, com visitação da Fortaleza de São José da Barra. De lá avistamos a Praia de Jurerê e o Parador Internacional P12. Seguimos pelos bairros de Canasvieiras e Ingleses, retornando ao ponto de partida, Barra da Lagoa.

O passeio foi delicioso e pudemos apresentar o que há de mais conhecido popularmente em Florianópolis! =)

Abaixo, apresentamos algumas fotos do passeio e um pouco da história dos lugares por onde passamos!

logo  Diana Vieira – My Friend in Floripa

Lagoa da Conceição - vista do mirante da Praia Mole

Lagoa da Conceição – vista do mirante da Praia Mole

Praia da Joaquina

Praia da Joaquina

vista do Mirante da Lagoa

vista do Mirante da Lagoa

Catedral Metropolita de Florianópolis

Catedral Metropolita de Florianópolis

Presépio montado na Praça XV

Presépio montado na Praça XV

Igreja do Rosário - Centro

Igreja do Rosário – Centro

Praia de Jurerê Internacional

Praia de Jurerê Internacional

Praia do Forte - vista da Fortaleza

Praia do Forte – vista da Fortaleza

Fortaleza de São José da Barra -

Fortaleza de São José da Barra –

Fortaleza de São José da Barra - Praia do Forte

Fortaleza de São José da Barra – Praia do Forte

Florianópolis

Originalmente denominada “Ilha de Santa Catarina”, já que Francisco Dias Velho, o fundador do povoado, chegou ao local no dia de Santa Catarina. Ela continuou por muito tempo sendo assim chamada, inclusive ao se tornar vila com o nome de Nossa Senhora do Desterro. Com a Proclamação da República a vila elevou-se a cidade, quando decidiram fortalecer o nome correto, mas agora passando apenas a se chamar “Desterro”, nome esse que desagradava aos moradores, pois este termo lembrava “desterrado”, ou seja, alguém que está no exílio ou que era preso e mandado para um lugar desabitado. Esta falta de gosto pelo nome fez com que algumas votações acontecessem para uma possível mudança. Uma das sugestões foi a de “Ondina”, nome de uma deusa da mitologia que protege os mares. Este nome foi descartado até que, com o fim da Revolução Federalista, em 1894, em homenagem ao então presidente da República Floriano Peixoto, Hercílio Luz mudou o nome para Florianópolis. Mas é preciso que se diga que Floriano Peixoto não era uma autoridade com popularidade na cidade e enfrentou grande resistência de seu governo em Desterro. Como a cidade era um dos principais pontos que se opunham ao presidente, este mandou um exército para a cidade para que fosse derrubada esta resistência. Deste nome deriva o apelido Floripa, pelo qual a cidade é amplamente conhecida.

  •  Barra da Lagoa

Importante núcleo pesqueiro da Ilha de Santa Catarina a praia da Barra da Lagoa conta com 650m. No entanto, a falta de algum acidente geográfico que a separe da praia do Moçambique faz com que a orla tenha mais de 8km de extensão, propiciando longas caminhadas nas areias brancas e finas. O mar possui ondas suaves, que permitem a prática do surfe mas não assusta os banhistas mais inseguros. Isso acontece porque as grandes ondas provocadas pelo mar aberto são freadas pela correnteza do Canal.

Outra atração é a Ponte Pênsil que passa por cima do Canal da Barra. Do outro lado, uma pequena trilha que passa entre os casebres da comunidade dá acesso à Prainha, uma pequena enseada cercada por enormes rochas e sítios arqueológicos.

  • Praia Mole (parada no mirante)

Tradicional point do surfe e da juventude da Ilha, a Praia Mole, que tem este nome devido à areia solta e macia, é freqüentada principalmente por surfistas e praticantes de parapente, que aproveitam a encosta sul como rampa de decolagem.

As famílias que forem curtir a praia com crianças devem ter cuidado redobrado. Além das fortes ondas causadas pelo mar aberto, a Mole tem características de tombo, ou seja, a profundidade aumenta abruptamente, após uns poucos passos em direção ao mar. Embora a praia conte com um dos postos Salva-Vidas mais bem equipados da Ilha, não vale a pena arriscar.

  • Joaquina

Joaquina foi uma rendeira do início do século XVIII, moradora de uma das praias do leste da Ilha de Santa Catarina, que além de ensinar as mulheres a entrelaçar linhas e formar belíssimos utensílios domésticos, preparava comida para os pescadores que costumavam matar a fome em seu rancho à beira mar. Diz a lenda que certo dia ela estava na praia tecendo renda quando foi tragada pelas fortes ondas do mar.

A praia da “Joaca” foi ganhando fama a partir da década de 70, quando suas ondas foram descobertas por surfistas do mundo inteiro. Vários campeonatos de surfe foram surgindo, destacando grandes personalidades catarinenses.

Além da praia, é possível curtir as dunas mais famosas do sul do país, e ainda praticar o sandboard ou surfe na areia.

  • Lagoa da Conceição – Mirante

Situado no centro geográfico da Ilha de Santa Catarina, o bairro Lagoa da Conceição reúne praias, dunas, montanhas e a maior lagoa da Ilha. Com tanta diversidade, o lugar tornou-se o ponto turístico natural mais conhecido de Florianópolis.

  • Norte da Ilha – Jurerê Internacional e Praia do Forte

O mar  de coloração verde, com temperatura amena e ondas calmas fazem de Jurerê uma praia típica da região norte da Ilha. São pouco mais de três quilômetros de extensão de areia fina e clara, que propiciam uma caminhada agradável. Na água, os veleiros e lanchas do Iate Clube de Santa Catarina dão um toque sofisticado ao visual.

Em terra, o bairro é dividido em duas porções, com características distintas. No canto esquerdo está o loteamento residencial Jurerê Internacional. Totalmente planejado, conta com parques, supermercados, shopping a céu aberto, bares, restaurantes requintados e amplos estacionamentos para quem quer apenas passar um dia na praia. Essas características atraíram pessoas preocupadas com o conforto e com a qualidade de vida, que transformaram o lugar numa espécie de parque de mansões.

No canto direito está a parte conhecida como Jurerê Tradicional. Ali estão os moradores mais antigos do bairro, com seu toque de manezinho e restaurantes com culinária típica da Ilha. Essa parte abriga o Iate Clube de Santa Catarina, com um trapiche que tem acesso via praia.

  • Praia do Forte

Localizada entre as praias da Daniela e de Jurerê Internacional, a Praia do Forte é conhecida por ter uma larga faixa de areia e água calma, de temperatura agradável. O nome do balneário vem da proximidade com o Forte de São José da Ponta Grossa. Construído na metade do século XVIII, o forte funcionava como um dos vértices do sistema triangular de defesa da Barra Norte da Ilha de Santa Catarina. A fortaleza foi desativada em 1935 e três anos depois foi tombada como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Antigamente também servia de apoio para os pescadores da região.

  • Centro Ponte Hercílio Luz e Praça da Figueira

O centro de Florianópolis é o lugar que oferece o maior número de pontos turísticos não naturais e patrimônios históricos da cidade. Ali estão desde conhecidos cartões postais, como a Ponte Hercílio Luz e o Mercado Público Municipal, até obras mais singelas, como praças, passando por museus, Igrejas e teatros.

Ponte Hercílio Luz

A imagem “cartão-postal” que a identifica é a famosa Ponte Hercílio Luz, inaugurada em 1926, tendo sido a primeira ligação rodoviária entre a ilha e o continente.

Praça da Figueira

Conta-se que a Figueira Centenária tenha nascido em 1871, dentro de um pequeno jardim circular, em frente à Igreja Matriz. Em 1891 foi transplantada para a Praça XV de Novembro, onde se encontra até hoje. A árvore sobre a qual se referem os versos ilhéus possui diversas superstições e simpatias a seu respeito. Seus grandes galhos se estendem por boa parte da Praça XV de Novembro, e hoje são sustentados por hastes de metal, que preservam a estrutura da velha árvore, e que proporciona ótima sombra para os que estão de passagem pela Praça XV.

Fotos: Diana Vieira – My Friend in Floripa

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